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Rio Doce

Distância da capital: 222 km
Sede: Lat 20º14’42” S – 42º53’44” O
Área: 112,094 km²
População em 2010: 2.468 habitantes, sendo 1653 na área urbana e 815 na rural
Densidade demográfica: 21,99 hab.∕km²
IDH = 0,702 (PNUD/2000).
PIB = R$ 16.034.297 (IBGE/2008); PIB per capita = R$ 6.105,98 (IBGE/2008)

No município de Rio Doce existem 726 domicílios, sendo 229 nas Comunidades Rurais e 497 na área urbana (dados de 2007). Rio Doce não possui assentamentos do tipo favelas ou afins.
Além do centro urbano, as seguintes comunidades rurais: Jorge, Tapera, Funil, Matadouro, Fazendinha, Marimbondo, Jaracatiá, Santana.
Todas as residências recebem água tratada pela rede pública. Todas possuem energia elétrica. A cidade conta com uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) que atende ao centro urbano e uma Usina de Tratamento e Compostagem de Lixo. Somente na zona rural algumas propriedades não têm seu esgoto tratado, uma pequena parcela tem fossa.
O município está localizado na mesorregião da Zona da Mata de Minas Gerais e na microrregião de Ponte Nova.
Sua distância da capital, Belo Horizonte, é de 222 km e de Ponte Nova, 26 km. A área do município é de 112,91 km², com topografia predominantemente montanhosa, altitude máxima de 899m e mínima de 421m. O clima é o tropical de altitude, favorecido pelo alto índice pluviométrico médio anual, que é de 1.670,3mm.  A temperatura média anual é de 18,5º C, variando entre as médias anuais máxima de 23,2º C e mínima de 14,6º C.
A vegetação compõe-se de florestas tropicais de altitude entremeadas a campos e cerrados, estes últimos servindo às atividades agropecuárias. Há no município inúmeras corredeiras e cachoeiras com potencial hidrelétrico e turístico.
As principais atividades econômicas de Rio Doce são o comércio e a pecuária. No município está instalada a UHE Risoleta Neves, com 140 MW de capacidade.

O Consórcio Candonga foi constituído em 1999, pelas empresas EPP – Energia Elétrica, Promoção e Participação e Companhia Vale do Rio Doce, com participação de 50% para cada parte. Em outubro de 2001 a Novelis do Brasil, antiga Alcan Alumínio, adquiriu os 50% da EPP, assumindo as mesmas obrigações e deveres juntos aos órgãos competentes.
Em 29 de junho de 2001 foi iniciada a construção da Usina Hidrelétrica Risoleta Neves, com potencial de instalação para 140 MW/h (Megawatt por hora).
Essa capacidade instalada daria para abastecer uma cidade com aproximadamente 350 mil habitantes. A energia gerada tem como destinação a Subestação SE da Cemig, localizada em Ponte Nova, assim sendo distribuída para a macro região da Zona da Mata Mineira. O empreendimento custou acima de US$ 50 milhões.
A operação teve início, comercialmente, em 07 de setembro de 2004.
Em cerimônia ocorrida em 30 de agosto de 2005, o nome da UHE Candonga passou a ser UHE Risoleta Neves em homenagem a Risoleta Guimarães Tolentino Neves (1917-2003), esposa do ex-presidente do Brasil, Tancredo Neves (1910-1985). A solenidade contou com a participação de seu neto Aécio Neves, então governador de Minas Gerais.

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