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Poucas são as obras da iniciativa privada no município de Rio Doce. A mais importante delas foi a construção da UHE Risoleta Neves, iniciada em 2001, orçada inicialmente em US$ 110 milhões, e passando a gerar energia em 2004 com capacidade para produzir 110 MW.

A Prefeitura cuida do dia a dia das reformas e manutenções, além de acompanhar de perto obras vindas de convênios diversos com outros entes federativos e com a iniciativa privada. Assim, foi construída (posteriormente reformada e ampliada) a Policlínica Marieta Lobo Pereira, recuperados o Centro Comunitário de Múltiplo Uso Madalena Martins, a antiga Estação da Estrada de Ferro, hoje Centro Cultural Odilon Caldeira, e o Estádio Municipal Caetano Cenachi Neto, transformado em um Complexo Esportivo com quadra poliesportiva coberta, campo de futebol soçaite, cinco vestiários, além de diversas melhorias. Também nos últimos anos destacam-se a construção de uma Estação de Tratamento de Água e a Unidade de Atenção Primária à Saúde Dr. José Real. Antes no tempo haviam sido construídas uma Estação de Tratamento de Esgoto e uma Usina de Lixo. Da mesma forma, toda a rede de distribuição de água, bem como a de esgoto foram totalmente substituídas.

No entanto, para a Prefeitura de Rio Doce, o que mais conta é a construção de casas populares indo muito além, em quantidade e qualidade, do que os recursos conseguidos junto aos diversos planos habitacionais desenvolvidos pelo governo federal e estadual.

Do ano de 2001 até 2014 foram construídas no município 64 moradias. As localidades do Jorge, Tapera, Santana, Matadouro, além do centro urbano, receberam casas – a maioria delas com 64 m² (sendo que o padrão federal é de 32 m²). Casas com varanda, laje e telhado cerâmico. São casas simples, sem inovações arquitetônicas, mas dignas, saudáveis e integradas ao tecido urbano. Somadas a essas 23 casas (de 42 m², com aquecedores solares) vamos para 87 casas construídas. Outras 18 virão dentro do Programa Nacional de Habitação Rural e chegaremos às 105 residências construídas para atender às necessidades destas famílias riodocenses. É um número significativo, considerando o tamanho e a população de Rio Doce. Ainda na área habitacional foram centenas de reformas, distribuição de caixas d’água, construção de muros e muito mais.

O município comprou uma área de 18 hectares, ao lado da malha urbana praticamente toda ocupada, com o objetivo de construir um novo bairro. De acordo com o projeto, haverá um grande parque ambiental, áreas verdes, terrenos para a construção de futuros equipamentos urbanos, como creche e centro social e, por fim, uma parte destinada a indústrias de pequeno porte, não poluentes. A obra é uma das principais metas desta administração e da que a antecedeu. Até a aquisição desta área não existia espaço disponível para absorver o crescimento natural da cidade.

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