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O município de Rio Doce, no século XXI, deu um salto de qualidade promovendo mudanças profundas e de grande alcance social. O atendimento à Saúde no município é referência na região: o primeiro lugar nas estatísticas da Gerência Regional da Saúde entre os 29 municípios de abrangência deste órgão. Com seus programas preventivos conseguiu baixar a prevalência da esquistossomose (de 13,5% em 2001 para 0,6% em 2008 e em 2017 de 0,3%), nenhum caso de dengue aconteceu no município nos últimos dez anos e a mortalidade infantil é zero.

A Saúde de Rio Doce vai bem por ter um saneamento básico de qualidade: Usina de Tratamento e Compostagem de Lixo, esgoto urbano recolhido e tratado na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), além de contar com excelente sistema de abastecimento de água através de sua Estação de Tratamento (ETA). Toda a rede de distribuição foi trocada nos primeiros anos do século 21.

O transporte de pacientes, um problema há alguns anos devido à demanda cada vez maior da população, hoje funciona de maneira eficiente, graças ao planejamento dos profissionais responsáveis e a grande quantidade de veículos adquiridos pelo município, através de aquisição ou doação.

São diversos programas instalados e a Secretaria de Saúde também oferece atendimentos especializados aos usuários, como médico pediatra, ginecologista, psiquiatra, clínico geral e cirurgião, dentistas especializados em clínica e pediatria, terapia ocupacional, fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia, nutricionista e assistência de enfermagem.

Além de oferecer um excelente atendimento dentro do município, a Secretaria Municipal de Saúde mantém convênio com o CISAMAPI, onde são realizadas consultas especializadas, exames especializados e cirurgias.

Relatório da Gerência Regional da Saúde, relativo a 2017, aponta que, em relação às metas do Programa de Fortalecimento da Vigilância em Saúde, Rio Doce alcançou 95% em todas elas. Este Projeto tem como objetivo principal a descentralização das ações de vigilância em saúde. Neste projeto, o município organiza os sistemas locais de Vigilância em Saúde por meio da vinculação de incentivo financeiro para a execução de ações nas seguintes áreas: vigilância epidemiológica, sanitária, saúde do trabalhador, vigilância ambiental, da situação de saúde e promoção à saúde.

Foi no final de 2001 que se instalou em Rio Doce o Conselho Municipal de Saúde. O primeiro formado no município. Depois dele vieram mais 15. Esta é uma política de governo. Pois, para se combater a fome, a miséria e a exclusão social, padrões mínimos de inclusão são indispensáveis. Para transformar a instabilidade institucional em campo de deliberação democrática, as forças sociais presentes no município devem participar do processo. A mobilização social é necessária, assim como gerenciar com eficiência a coisa pública.

Dezesseis anos depois, Participação e Transparência continuam sendo palavras de ordem em Rio Doce.

A partir de 2001 foram estruturados 15 Conselhos, que envolveram em suas estruturas lideranças locais. Foi a primeira forma de prestação de contas à Sociedade Civil realizada no município.

O sucesso destas ferramentas de democratização pode ser evidenciado pelo grande número de participantes das Conferências: na 2ª Conferência de Saúde, em 2003, estavam 189 pessoas, 7,5% dos habitantes; na 1ª Conferência de Assistência Social, dois anos depois, estiveram presentes 103 pessoas, 4,08% da população, números expressivos. Na 6ª Conferência de Saúde em 2017, estavam 123, 4,69% da população.

O orçamento municipal para a Saúde pulou de 177 mil reais, em 2000, para 1 milhão e 325 mil reais em 2010. Nestes últimos anos sempre se investiu na Saúde mais que os 15% exigidos por lei. Em 2010 foram 19,65% da receita base de cálculo. Como resultado, um significativo aumento da qualidade dos serviços prestados: O índice de prevalência da esquistossomose foi reduzido de 13,8% em 2001 para 0,6% em 2008 e em 2017 0,3%; ocorrência zero de dengue; controle de doenças como pressão alta e diabetes, e grande índice de satisfação da população. A cada ano os Agentes de Saúde do PSF (Programa de Saúde da Família) visitam 20 vezes, em média, cada família (mais de 700 em todo o município). Até agosto de 2017 já haviam sido feitas 11.515 visitas domiciliares.

Estes números significativos se repetem nas diversas atividades do Poder Público de Rio Doce, exercido primariamente pelo próprio Povo.

(1994) Rio Doce = 2.531 habitantes; orçamento Saúde = R$ 31.802,89; gasto per capita = R$ 12,57.
(2008) Rio Doce = 2.518 habitantes; orçamento Saúde = R$ 1.163.657,85; gasto per capita = R$ 462,13.
(2010) Rio Doce = 2.468 habitantes; orçamento Saúde = R$ 1.235.000,00; gasto per capita = R$ 501,00.

(2017) Rio Doce = 2.620 habitantes; orçamento Saúde = R$ 1.235.000,00; gasto per capita = R$820,24 (até agosto).

 

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